A História Mundial, em construção
contínua e sem pausas, regista eventos e também a gestação de novos líderes
mundiais. Ao grande Kim
II-sung, na Coreia do Norte, país admirado por Bernardino Soares do PCP, sucedeu
o filho Kim Jong-il, que lá vai fazendo seu percurso para ser magno como o pai -
a família que tenha cuidado
com “Kimzinho”; caso se portem mal, guilhotina, forca ou coisa do género com
eles, à semelhança do sucedido com um tio e familiares deste.
Os ‘grandes líderes’ destacam-se
no exercício do poder, e depois na história, ao comandar de uma nação para a
grandiosidade; no sentido em que esta é em rigor uma expressão de carácter quantitativo.
Sim, é importante precisarmos este pormenor, porque do ponto de vista
qualitativo, uma vez que a obra seja enorme, a qualidade é aspecto secundário
ou mesmo ultra secundário. Mesmo que péssima.
Gaspar, essa figura que percorre um
caminho entre o ridículo e o economista pastoso no discurso político, ontem no
CCB, no lançamento do livro de autoria da áspera de voz e feitio Avillez, o
ex-ministro atribuiu a Pedro Passos Coelho o título de ‘grande
líder reformador’.

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