terça-feira, 21 de março de 2017

Dijsselbloem, o lacaio louco do Sr. Schäuble

A 'teoria das dicotomias', aplicada aos povos europeus e perfilhada por certa gente de lá de cima, é clara: a Norte está a nata, no Sul a escumalha.
Se usarmos o método dicotómico para classificar duas criaturas reais do Norte da Europa, poderemos concluir que temos dois casos de deficiência: um, o amo alemão Schäuble, deficiente físico e personagem sinistra da política anti-sulista; outro, o lacaio holandês Dijsselbloem, deficiente mental - a pose, o olhar semi-estrábico e até o penteado, revelados na imagem, constituem provas da psicótica figura (a psicose, convém sublinhar, tem carácter permanente ao contrário da neurose que é temporária).
Dijsselbloem, apesar de ser engenheiro agrónomo formado na Irlanda (ver aqui, no 'The New York Times'), exerce as funções de ministro das finanças da Holanda, cumulativamente com o cargo de presidente do Eurogrupo por imposição da Alemanha. Como é possível reconhecer correcta a atribuição a um homem da área da agronomia a presidência do Eurogrupo? Apenas uma resposta: a função, no caso especial do holandês, não requer conhecimentos em finanças públicas, umas vez que é exercida na estrita condição de comissário político às ordens de Schäuble.
O louco Dijsselboem acusou os europeus do Sul de gastarem dinheiro em "copos e mulheres"
A mim, lisboeta que conhece a Holanda, rejeito a ofensa, dado o estado mental de quem a proferiu. Nem sequer vou entrar em comparações entre quanto se bebe nos bares de Amesterdão e nos de Lisboa, ou, se devido às 'red lights', há mais prostitutas lá do que cá. Cairia na mesma imbecilidade do louco ministro holandês.
No fundo, o que está a desassossegar a perturbada mente de Jeroen Dijsselboem é o resultado obtido pelo seu partido PvdA, dito de centro-esquerda, nas recentes eleições holandesas - obteve somente 9 deputados. Foi considerado o partido com a maior derrota eleitoral, com a natural consequência da saída da coligação governamental que tem estado no poder e de Dijsselboem ser afastado da presidência do Eurogrupo em Janeiro de 2018 - em meu entender, deveria ser logo que terminado o mandato de ministro das finanças da Holanda.
Um louco frustrado incomoda, mas não tem o poder de ofender quem quer que seja.