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quarta-feira, 22 de agosto de 2012

O santuário EDP

A EDP, sob o comando de Mexia e a supervisão de Catroga, transformou-se numa espécie de templo sagrado. Com a bênção do Álvaro e a omnipresença de Portas, na ‘eléctrica’ pratica-se o culto do sátrapa: virtuosos e déspotas dirigentes, incluindo chineses do governo do PCC ou  lusos rubicundos e incontidos na linguagem, sentenciam o castigo dos consumidores e resta a estes pagar e calar.
O ‘Público’ dá conta da denúncia de cinco associações ambientalistas:
Além de lesarem grave e inexoravelmente a paisagem natural do País, caso do Vale do Rio Tua, é-lhes permitido a exploração desenfreada de consumidores, famílias e empresas. Quanto mais não seja com o objectivo da gestão de Mexia poder cumprir, à nossa custa, os compromissos de uma ‘Dívida financeira’ na EDP próxima dos 20 mil milhões de euros. Elevadíssimo endividamento a pesar no débito externo total do País. 
Não seria tempo de criar leis e sistemas judiciais eficazes para punir esta  dolosa gente? Para cúmulo, vive alavancada por um incapaz ministro, a quem o epíteto de Eusebiozinho, parafraseando ‘Os Maias’, assenta que nem uma luva. Não é o Eusebiozinho que os travará. Nem sei, neste país de políticos trapaceiros, se haverá um dia alguém capaz de o fazer. 

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Uma anedota: a China denuncia a concorrência desleal dos vinhos europeus

A China, o paraíso de Portas, Mexia, Catroga e de outros comunistas pós-modernos, como Vítor Gaspar, segundo o ‘Le Monde’, formulou a seguinte acusação à concorrência dos vinhos europeus:
"A associação chinesa da indústria de bebidas alcoólicas   pediu ao governo para investigar as importações de vinho da Europa, acreditando que os subsídios europeus geram prejuízo aos produtores nacionais, informou a Agência de notícias 'Nova China'."
A narração da anedota, no jornal francês, prossegue dentro do mesmo estilo. Obviamente nem todas as anedotas nos divertem, havendo casos, como esta história de ‘humor negro’, a deixarem-nos prostrados.
À medida que sobem ao topo das potências mundiais, os chineses vão progredindo em soberbos hábitos e petulâncias. É natural. Tentam distrair-nos dos défices sociais e da falta de condições humanitárias no trabalho, muito usuais, por exemplo, na Foxconn.  Em Março passado, a ‘Visão’ confirmava terem ocorrido gradualmente mortes de18 trabalhadores (suicídios, na maioria dos casos), naquela empresa.
Note-se que a Foxcoon emprega 800.000 trabalhadores, a auferir entre 100 e 120 € mensais, para cumprir 12 horas diárias de trabalho, de 2.ª feira a Sábado. Resta acrescentar que Apple, Nokia, Sony,  HP e  outras que tais constituem a carteira de clientes da famigerada empresa, detida por capitais sul-coreanos.
O capitalismo, de facto, não tem pátria; isto levou-me a uma outra lembrança: tão patriota e anti comunista chinês que era o ‘caixeiro viajante-mor’, Paulo Portas! Segue-se a FACIM. Daqui a  dias PEQUIM, com um salto a BOMBAIM.  Um autêntico ‘globetrotter’.