O sábio ministro, em obediência à troika, há-de ficar na história como um governante da saúde promotor da disseminação da doença, da morbilidade e até da morte. Tudo em respeito por princípios economicistas, naturalmente ignóbeis e desumanos.
Baniu, pois, a exclusividade de meios apropriados e, no que se refere a bombeiros, os únicos agentes qualificados para o transporte e socorro de doentes, incluindo a assistência a partos – existem, pelo menos, 27 ambulâncias medicalizadas no país. Têm equipamentos tecnologicamente avançados de socorrismo; caso dos desfibrilhadores para valer a vítimas de enfarte agudo do miocárdio e assegurar a sobrevivência de doentes até chegarem aos serviços de emergência hospitalar. A preparação dos bombeiros socorristas é, em certas situações clínicas, peça essencial do processo de preservação da vida do doente.