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sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Música: 'A Felicidade' de Jobim e Vinicius


Porque hoje é um dia triste, escolhi 'A Felicidade' de António Carlos Jobim (música) e Vinicius de Moraes (poema). Uma melodia e uns versos simples e apropriados ao meu estado de espírito.
Bom fim-de-semana.

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Música - 'Saudade' de João Gil, 'Trovante'


Um episódio da minha vida pessoal, esta semana, fez-me pensar em 'Saudade', composição de João Gil, cantada por Luís Represas, ambos integrados no grupo 'Trovante'. A letra diz "Há sempre alguém que nos diz: tem cuidado." Eu não tive. Serve-me de consolação ouvir a melodia e ter em atenção a letra.
Bom fim-de-semana!

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

'Marcha Turca' de Mozart


Um sopro de música para o fim-de-semana. Desta vez, a 'Marcha Turca' de Mozart interpretada de forma irreverente, e portanto nada ortodoxa, pelo quarteto feminino Amadeus. Quatro jovens romenas que, através de instrumentos electrónicos, oferecem a descontracção e a alegria de uma bela melodia.
Bom fim-de-semana.

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Música em estação ferroviária de Filadélfia


Orquestra, coro e grupo de dança da Companhia de Ópera de Filadélfia, em 2012, ofereceram, em sessão especial, a interpretação da mais popular das 24 peças musicais de 'Carmina Burana', de Carl Off. O cenário foi uma estação ferroviária de Filadélfia e o público gostou e participou.
As sessões de boa música em locais públicos constituem, de facto, iniciativas de promoção do gosto popular pela música de qualidade. 
Espero sinceramente que a CML, este ano, volte a realizar no Largo de São Carlos os programas de orquestras e canto, do género daqueles que ofereceu ao público lisboeta e turistas em 2016. Levar a música à rua e fazê-la sair das tradicionais salas de concertos são acções essenciais para a difusão da cultura musical, captando outros públicos que não sejam apenas aqueles que frequentam aqueles espaços.
Entretanto, e porque o fim-de-semana chegou, veja-se e escute-se o vídeo acima publicado. 

sábado, 14 de março de 2015

Bolero de Ravel - para auxiliar o movimento de sentido único



Estamos de fim-de-semana. Salte a música! Desta, seleccionei o Bolero de Ravel, de autoria de Maurice Ravel e interpretado pela primeira vez em 1928. 
Escolhi uma das interpretações mais ligeiras e curtas. Uso-a como uma metáfora: é urgente unir pessoas de pensamento e ideologias de centro-esquerda e esquerda num movimento de objectivo único: acabar com esta criadagem germanófila que nos governa. 

sábado, 25 de outubro de 2014

Sim Tom, Chega de Saudade

Sinto saudades de tempos idos que sou incapaz de decifrar. Esta amarga dor na alma jamais se me acalma. São águas passadas, mas quais? Nem sei se aquelas que, entre pedras e verdes musgos, saltitavam alegres e límpidas na ribeira, onde me divertia em criança. Ou de outras, agrestes, de enxurradas inclementes com que encharcado me alegrava ingenuamente, nas cinzentas tardes do regresso da escola. 
Não sei o significado. E porque as sinto longe, longe, e me desassossegam o espírito, imploro que deixem de me inquietar, Uso como prece a doce melodia 'Chega de Saudade' do imortal Tom Jobim:

Obrigado Tom!

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Uma música sem dedicatória expressa



Há tanta, tanta gente a quem eu poderia estar a noite inteira a compor uma lista para dedicar esta música. E mesmo assim não seria exaustiva.
Dedico-a, portanto, a toda essa gente que poderia constar ou não da lista.
Sou um generoso. Perdão pelo juízo em causa própria.

sábado, 9 de agosto de 2014

Ella Fitzgerald - Summertime



De todos os intérpretes a quem ouvi 'Summertime' de George Gershwin, a minha eleita é Ella Ftitzgerald:


Neste Verão, climaticamente incaracterístico e estranho, em que milhões de portugueses vivem as amarguras de uma sociedade prenhe de injustiça social, saibamos, ao menos, extrair algum prazer deste 'Summertime' idealista assim descrito no poema da canção:

Summertime
And the livin' is easy
Fish are jumpin'
And the cotton is high
Your daddy's rich
And your mamma's good lookin'
So hush little baby
Don't you cry
One of these mornings
You're going to rise up singing
Then you'll spread your wings
And you'll take to the sky
But till that morning
There's a'nothing can harm you
With daddy and mamma standing by

Eis, pois, a minha escolha musical de fim-de-semana.
 


sábado, 26 de julho de 2014

O hino de Tom Jobim aos desafinados

Eis o 'Desafinado' de Tom Jobim interpretado por João Gilberto:


Estamos em fim-de-semana e mesmos nós os 'desafinados' - cada vez somos mais - merecemos o hino que Jobim também escreveu com intenção de manifestar solidariedade a quem canta e dança a 'Bossa Nova' e deixa o lado escuro da vida, quando pode. Todos os 'desafinados' de que obviamente se excluem os 'salgados' e quem mais nos salga o dia-a-dia. 
Um fim-de-semana muito, muito desafinado para quem merece!

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Homenagem espontânea a Janis Joplin

Janis Joplin preferiu ser breve na vida. Viveu como ambicionou e a satisfez.
Partiu cedo, mas deixou para sempre este voz poderosa e imortal, não havendo assim tantas que a igualem. Tinha um disco dela à mão e não resisti à tentação de a relembrar. Espontaneamente.

sábado, 12 de maio de 2012

Bernardo: sonhamos e prometemos por ti

Bernardo, já muitos escreveram e dissertaram bastante a teu respeito. Todavia, jamais expressaram tudo. É impossível. Nem neles, nem em mim há essa capacidade. Tu não és apenas passado. És presente e futuro.
Intemporal, partiste mas ficaste para sempre. Os sonhos dos outros e promessas, afinal também foram e são os teus. Continuarão, na infinidade do tempo, a expressar-se em sons das melodias por ti desenhadas sobre o teclado do piano, em ternos e harmoniosos gestos. O piano nunca ficará silencioso.
Adeus Bernardo! Sonhamos e prometemos sempre contigo, lado a lado.

sábado, 20 de agosto de 2011

Gostar Demais


Há dias assim. Hoje é um deles. Por momentos, liberto-me do mundo desumano que me esfarrapa a alma. 
E, então, revivo um tempo GOSTOSO DEMAIS, como metáfora em relação ao que mais adoro na vida. Que pena ser tão efémero.