quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Da promessa do intrujão à censura explícita da Galvão

O que sucedeu ontem no Palácio Foz, com uma tal Galvão no papel de actriz principal, é demasiado reles.  Trata-se de abjecta ofensa à comunicação social, mas sobretudo ao povo português – a negação do legítimo direito à informação. Tanto mais que a Galvão fez do Coelho um intrujão, como se não o soubéssemos antes, desde já há longo, demasiado longo tempo.
Dos poucos presentes a prezar os valores democráticos, salvo os jornalistas, causa-me perplexidade que nem sequer um deles tenha virado as costas à Galvão e ao Moedas – em reprovação da censura, mas também em silêncio como mandam os cânones da convivência cívica.
Também tenho de atender ao facto de que, do Moedas ao Rosalino e do Guedes ao Sarmento, e mais um ou outro jumento, foram os sub-empreiteiros a realizar o evento, como secretários de Estado, essas submissas criaturas em permanente subserviência ao chefe – lugar que, coincidência das coincidências, a Galvão desemprenhou no XVI Governo Constitucional.
Estou, é óbvio, solidário com o Sindicato dos Jornalistas e igualmente defendo que a ERC deve ser firme no condenação do acto e, acima de tudo, preventiva da banalização da censura. Surpreende-me que as superestruturas dos órgãos de comunicação social, as direcções em especial, tenham permanecido em silêncio; pelo menos, por enquanto, é pública e notória a ausência de som.
À Galvão, advogada dedicada ao Urbanismo, e ao Moedas, engenheiro civil convertido em financeiro ex-Goldman Sachs, lembro a seguinte passagem de “A Terceira Vaga” de Samuel P. Huntington:
    As eleições abertas, livres e justas são a essência da democracia, a sua incontornável condição ‘sine qua non’. Os governos resultantes das eleições podem ser ineficientes, corruptos, míopes, irresponsáveis, dominados por interesses particulares e incapazes de adoptarem as políticas exigidas pelo bem público.”

domingo, 13 de janeiro de 2013

Quando vamos gozar uma noite assim ?




O subconsciente, espesso e abarrotado de demagogia, danos, infâmias e sofrimentos causados por políticos falsos, ignorantes e alarves; esse subconsciente, recheado de expressões de comentadores de verve e mentiras fluídas; esse subconsciente, rasurado por escritos de colunistas de massa encefálica banhada do líquido estonteante e sobrante da destilação de cereais e malte; esse subconsciente, atravessado pelo burocrata das finanças, sem discriminações de esquerda ou de direita, que é executante zeloso e orgulhoso de processos de insolvência e falência; esse subconsciente, usurpado pelo banqueiro (ou superbancário?) a dizer ao ‘Zé Povinho’: “Ai aguenta, aguenta…”; esse subconsciente, dominado pelo ar sisudo e distante de outro também banqueiro, penteado com o auxílio de ‘Breelcream’, de brilhantina ou de pasta do género; esse subconsciente, invadido por quem foi ministro e fala a cuspir;… esse subconsciente, que é o meu e igual ao de muitos milhares de concidadãos, uma vez terá a oportunidade de, em sonho breve que seja, nos libertar dessas burlescas e funestas criaturas, transportando-nos por instantes a Mozart, para o gozo de ‘Eine Kleine Nachtmusik’ (Uma Pequena Música de Noite). Quando?

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Só é lamentável ter promulgado o OGE!

De Cavaco Silva, as coisas sabem-se ao retardador. Trata-se de um hábito a que chamam tabu.
A meu ver, é negativo saber-se que PR  criticou o OGE de 2013 proposto pelo governo, emobora o tivesse promulgado. Prescindiu erradamente da fiscalização preventiva defendida por diversos constitucionalistas, entre eles os Profs. Bacelar Gouveia e Jorge Miranda.
No que toca aos reformados e pensionistas, e como sucedeu com os subsídios no OGE 2012, o corte excedeu as condições do ‘memorando da troika’ que, no ponto 1.11, pg. 5, estabelece claramente:
“Reduzir as pensões acima de 1.500 euros, de acordo com as taxas progressivas aplicadas às remunerações do sector público a partir de Janeiro de 2011…”
Ora, nem o limite mínimo foi respeitado. A taxa do primeiro escalão, 3,5%, incinde acima de 1.350 euros; nem sequer a medida  é conforme a CRP (Artigos 13.º e 104.º, entre outros) – a própria Christine Lagarde lamentou as deliberações inconstitucionais do FMI, membro da ‘troika’, em entrevista ao ‘Expresso’.
Passos Coelho, um PM que foi ‘boy’ da política e apenas aos 37 anos ingressou no mercado de trabalho - mesmo neste ingresso tivemos “forais” e outras coisas mais -  afirmou em reunião de jovens haver reformados a receber muito para além do descontado.
Haverá alguns e, então, corrijam-se esses casos. É injusto e desonesto pretender castigar um vasto grupo de mulheres e homens pensionistas do privado (alguns com quase 50 anos de vida activa e de descontos integrais da ordem dos 11+24%), ou os reformados da f.p., de forma impiedosa e ilegal à luz da Constituição.
O impreparado primeiro-ministro que temos, desde sempre, foi um atrevido, defeito normal dos ignorantes. Pena é que o Cavaco Silva lhe tenha concedido o benefício da promulgação do OGE de 2013 e agora, porque também é reformado, saia ainda mais fragilizado por informações de divulgação intempestiva e fáceis de classificar como interesseiras. Não é por acaso ‘O Sol’ foi o agente da acção.
Os cortes das reformas e pensões, assim como outras inconstitucionalidades, não justificam esta parada de notícias burlescas, dele e do Coelho; e mais ainda se o PR tivesse, repito, renunciado à promulgação do OGE e deliberado a fiscalização preventiva do Tribunal Constitucional.  

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

FMI: o Centro de Excelência da Sociopatia

exames online
A psicopatia é um distúrbio mental grave caracterizado por um desvio de carácter, ausência de sentimentos genuínos, frieza, insensibilidade aos sentimentos alheios, […] inflexibilidade com castigos e punições.  […] Embora popularmente a psicopatia seja conhecida como tal, ou como "sociopatia", cientificamente, a doença é denominada como sinônimo do diagnóstico do transtorno de personalidade antissocial.
Retirado da Wikipédia
Sociopatia é, pois, outra designação de Psicopatia que a Wikipédia, como é normal, define com concisão.
Lida e analisada a notícia do ‘Público’, fica-se com a ideia clara dos meios e objectivos do FMI, para destruir a vida de milhares de funcionários públicos. São soluções próprias  da sinistra organização,  um autêntico “Centro de Excelência de Sociopatia”.
O FMI começa por alegar que  o sistema de avaliação para a mobilidade especial é "constrangedor". Constrangedor por que razão? Em relação às dificuldades de procedimentos dos tecnocratas e burocratas a cometer, em termos de infrene urgência, o crime social proposto.
Por outro lado, e para eliminar o constrangimento, o FMI propõe a alternativa de “um exame nacional online” – o Dr. A…, a Enf.ª B… e o trabalhador C… dos ‘serviços veterinários’, independentemente de habilitações, idade e de diferenças entre infoincluídos ou infoexcluídos, todos eles têm de ir teclar no computador as respostas ao exame - todavia, com a ajuda da filha ou filha, talvez o menos qualificado e infoexcluído obterá resultado de 'muito bom'.
Abordados os meios, vamos às etapas e consequências do processo de mobilidade especial. Esta, diz o FMI, deve obedecer à obrigatoriedade de durar dois anos, findos os quais o trabalhador é reabsorvido, i.e., tragado de um folgo como a mais azeda das sopas; ou então, definitivamente despedido. Qual acham que vai prevalecer?
Sem ideia alguma para relançar a Economia Portuguesa, o governo português, por força do Gaspar, ignorância do Coelho e pusilanimidade do Portas, entrega o País ao FMI, o que significa fomentar a mais dramática crise socioeconómica do pós 2.ª Guerra Mundial em Portugal. Crise tão duradoura, e incrementando de tal modo os contingentes de indigentes, que não existe alguém, brilhante ou opaco, capaz de vaticinar quando será o termo. 
O putativo Presidente da República, complicando em vez de resolver, está a aguardar o dia, em que pensa que lhe assiste toda a razão do mundo, para o inevitável: "Eu bem avisei!".
Estarmos sujeitos a actores de 'Ópera Bufa' é o menos; o pior são as consequências.
 









As ofensivas graves do governo

 
O governo, composto por homens de má índole, alguns de comportamento cívica e socialmente tendencialmento criminoso, escolheu o dia 9 de Janeiro de 2013 para ofender, com a maior das impetuosidades, os portugueses.
Primeiro, de forma precipitada e abstrusa, privilegiando o Jornal de Negócios, divulgou um documento que requereu ao FMI para, cortando a torto e a direito, vir a cumprir em 2014  o supremo e diabólico objectivo de lançar o País num estado de pobreza – ou mesmo de miséria – da qual já muitos sofrem e outros fogem pela porta da emigração.
A possibilidade de aumento, nas urgências, das taxas moderadoras para 40 euros; sim, só a mera possibilidade disso acontecer, já causa dramática expansão de milhares em estado de sofrimento, por falta de recursos; inúmeros doentes têm reduzido até a ida  a consultas (5 euros) e o consumo de medicamentos, por escassez de recursos.
Às quatro e picos da tarde, apareceu nas televisões esse imberbe Moedas, que já afirmou mil vezes ser filho de pai comunista, para desempenhar o papel do idiota que sabe mas não diz, numa reunião que convocou para falar. Referiu-se ao tal documento do FMI, feito – repito - a pedido do governo (ver Prefácio).
Nada esclareceu sobre o conteúdo do documento. Referiu apenas que estava, e está, no Portal do Governo; em inglês, diga-se, que é a língua materna da Goldman Sachs, por onde o Moedas parece ter andado na companhia do outro alentejano, veterano e  de terra mais ao Norte. Acrescentou que haverá mais documentos – a OCDE foi citada.
Impossível de conter a revolta de combate a este governo, o pior da nossa democracia; e de passar à contestação activa e em massa, respondendo à condenação à morbilidade e à morte de muitos idosos portugueses, por governantes sem carácter e fiéis praticantes do culto da desumanidade. Ao abandono dos idosos soma-se o êxodo dos jovens, num Portugal em progressiva dilaceração.
Tenho estado a ler o documento do FMI, por encomenda de Gaspar & Cia.. É nauseabundo.
Quando é que país real se levanta par terminar com a pouca vergonha de Passos, Gaspar, Portas & Cia?

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

O 31 armado aos cágados

O ardiloso Moita de Deus também tem méritos, reconheça-se. É do Belenenses como eu e iça a preceito o estandarte monárquico no pau de bandeira do município – Cavaco, desajeitado na arte de hastear, como em outras, deixou-nos a nós, republicanos, frustrados e envergonhados.
A Moita de Deus, corre-lhe nas veias o talento da ficção, cinematográfica ou romanceada na blogosfera. De súbito, por Ana Drago ter solicitado ao governo informação vasta do processo de privatização da TAP negociado e gorado com Efromovich, fez da deputada uma aliada do judeu colombiano-brasileiro-polaco.
Aconselho Moita de Deus a investigar, como eu fiz, a história de homem de negócios  ‘Efro’, os conflitos de negócios e processos judiciais com a Petrobrás, a proximidade a gente do mensalão - por exemplo, a um tal Dr. Dirceu, amigo.. de quem, de quem? Esquece-me agora o nome, porra!… oh é esse mesmo cara).
Quando está em causa o interesse nacional, imanente do valor estratégico da portugalidade no mundo da TAP, ousar transformar-se em artificioso criador de patranhas equivale a armar-se aos cágados – mais concretamente, temos o 31 armado aos cágados.
(Declaração de interesses políticos: não sou militante de qualquer partido, mas apenas republicano e democrata) 

Duodécimos ou doze prestações em onze meses

O afã do governo em dissimular, através de duodécimos de metade de cada subsídio, o impacto do “enorme aumento de impostos” (Gaspar dixit),  além de abstruso e obstinado, tem-se revestido de aspectos ridículos.
- A maioria dos que têm vínculo laboral é composto, na generalidade, por gente acéfala e dócil  e nem se apercebem dos valores que lhe estamos a retirar – pensou a imaginosa equipa de comando das Finanças Públicas.
- O sector privado tem de colaborar e aceitar pagar os duodécimos, já que no Estado mandamos nós e funcionários públicos, activos ou aposentados, e pensionistas do privado têm de aceitar, que remédio! – concluíram os sábios financeiros.
Todavia, a pressa é inimiga do acerto. Daí descuidarem a criação de legislação para regulamentar os pagamentos dos duodécimos em doze vezes (duodécimo = a parte doze vezes menor em relação à unidade). Os grupos parlamentares da maioria estão a trabalhar a todo o vapor; mas, é elevada a probabilidade de, apenas em Fevereiro, se iniciar o recebimento de 1/12 de metade dos subsídios de férias e de Natal, no privado.
Se assim suceder, os duodécimos serão regularizados em undécimos quanto ao número de pagamentos – em Fevereiro, diz-se, será pago o duodécimo de Janeiro.
No cretina presunção de que os portugueses nunca perceberiam bem quanto lhes era retirado do rendimento mensal, os  autores do desmando, como em qualquer crime, serão denunciados pelo valor do confisco mensal no 1.º mês do ano. Que chatice!, Dr. Gaspar.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Com Gaspar é sempre a derrapar!

Gaspar
Fonte: ‘Público’
A imagem poderá dar ideia de qualquer ‘Teoria da Conspiração’ contra o sábio das finanças.
Com ou sem conspiração, é um facto que o ministro e com ele o País estão a afundar-se num buraco de constantes desvios em relação às previsões das Finanças. E, a deduzir da imagem acima, um dia destes, a imprensa publica uma fotografia, com o cortinado do ‘Salão do Ministério’, a encimar a mensagem e a seta adiante exibidas:

Gaspar (2)
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Tive a paciência de ler o artigo do Dr. Vítor Gaspar, publicado no caderno de ‘Economia do Expresso’. Teoricamente certo, inferindo-se, porém, no cruzamento com os efeitos da prática, que agir apenas em torno do ‘défice’ é redutor e comporta riscos de pesado agravamento da crise – façam-se as engenharias financeiras que se fizerem, com ANA ou sem ANA.
Segundo o ‘Público’, agora é a UTAO a informar:
“A estimativa mais recente feita pelas Finanças para a quebra da receita fiscal em 2012 não se deverá concretizar, com os resultados a serem ainda mais negativos do que o esperado.”
O Ministro das Finanças e respectiva equipa não acertam uma – PIB, défice externo, dívida pública, desemprego e, no caso presente, até em estimativa de receitas fiscais feita recentemente.
A sinergia das falhas de Gaspar com os erros do multiplicador do FMI estão a conduzir-nos a uma virtual pista de gelo, onde deslizamos sem cessar até à queda causadora de múltiplas fracturas, agora latentes mas posteriormente expostas.
Com recurso a técnicas de comunicação, também podemos amenizar a conversa e afirmar: “Com Gaspar é sempre a derrapar!”.

Boca em “O”? O que Prof. Marcelo sofreu...

boca em O
Ouvida a declaração do Prof. Cavaco do envio do requerimento ao TC para fiscalização da inconstitucionalidade de normas do OGE 2013, o outro professor, Marcelo, confessou ter ficado com a boca no estado que a imagem documenta – boca em “O”, disse o próprio.
O Prof. Marcelo, que já mal dorme, teve uma noite completa de insónia. Pela manhã, entrou na finíssima Pastelaria Garrett, no Estoril, de boca aberta e imobilizada. Sem condições de pedir o pequeno almoço, ali estava infeliz e desamimado, de lábios esticados, dentes a descoberto e de epitélio da mucosa, gengivas, palatos, tudo paralisado.
O espanto de clientes e empregados foi geral e natural. Todavia, uma senhora, também ‘habituée’ da Garrett, comovida com o sofrimento e os aflitivos movimentos gestuais de Marcelo, levou-o de imediato a médico amigo, por sinal da especialidade ‘maxilo facial’. Com avançadas técnicas terapêuticas, o funcionamento normal da boca de Marcelo ficou recuperado em três tempos.Terminara o penoso sofrimento.
Submersos na crise que Gaspar e Coelho adensam, sujeitos às contradições do presidente Cavaco, só nos faltaria, agora, ficar privados do decano dos comentadores políticos portugueses, por incapacidade temporária de articular palavra.
A despeito da sagacidade e de ser Conselheiro do Estado, bom conhecedor da personalidade do PR, também me surpreende que ainda lhe cause perplexidade o facto de, no âmbito do OGE de 2013, Cavaco ter remetido as normas da retirada de parte dos subsídios da fp’s, reformados e pensionistas, medida que não aplicou ao OGE de 2012, ainda mais brutal neste domínio. 
Anedota à parte, Marcelo está a tentar fazer-nos acreditar, de facto, numa 'história da carochinha'… Depois da boca em “O” do professor, oxalá não sejamos nós a ficar de cabelos em pé com o TC.

domingo, 6 de janeiro de 2013

Arnaut, Dias Loureiro e Relvas–um ‘trio da pesada’

A fim de que a história se torne menos triste e revoltante, cá vão umas ‘musiquinhas’ de um ‘Baile de Gala’ no Copacabana Palace:
O Copacabana Palace, de 5 estrelas, é dos hóteis de preços mais altos na Avenida Atlântida, no Rio de Janeiro. Se não for mesmo, o mais caro.
Foi aí que passaram o Reveillon, José Luís Arnaut, Dias Loureiro (dois ex-ministros do PSD) e Miguel Relvas (ministro actual) – ‘um trio da pesada’, como diria qualquer carioca, de São Conrado à Favela do Alemão.
Tratou-se de mera coincidência, justificou o Arnaut – como no cinema, acrescento eu.
Arnaut, Dias Loureiro e Relvas, em princípio, já não eram companhias que se recomendassem, a não ser entre eles ou ao Dr. Dirceu e amigos deste.
De maneira que nos repugnaria tal companhia, fosse na Sociedade Recreativa e Musical da Porcalhota, regado a verde gasoso, ou mesmo numa saltada ao Copacabana Palace, para festejar, no Rio, a noite de fim-de-ano com Moët & Chandom ou o ainda mais fino Louis Vuitton; todo este episódio é mais um capítulo breve dos vastos e sintomáticos currículos das três personagens:
  • O ‘Expresso’ anunciou que a TAP gastou 3 milhões de contos com uma privatização falhada, entrando no seio dos contemplados a sociedade de advogados Rui Pena & Arnaut, também prestadora de serviços ao grupo Vinci, vencedor da privatização da ANA – coincidências, sempre coincidências!
  • Dias Loureiro, ex-administrador do BPN (fala-se em 8 mil M € de prejuízo para o Estado Português) e está tudo dito;
  • Miguel Relvas, um licenciado de aviário cujas ligações a Angola e ao Brasil (mensalão) tanto o têm feito correr pelo controlo das privatizações da TAP e da RTP.
Os críticos do Sócrates começam a ficar calados e alguns mesmo envergonhados, porque gente do género deste ‘trio da pesada’ anda por aí a multiplicar-se como no milagre dos pães e dos peixes; isto, para argumentarem que são cristãos muito, muito convictos e praticantes... mas (o resto fica para mim).