quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

FMI: o Centro de Excelência da Sociopatia

exames online
A psicopatia é um distúrbio mental grave caracterizado por um desvio de carácter, ausência de sentimentos genuínos, frieza, insensibilidade aos sentimentos alheios, […] inflexibilidade com castigos e punições.  […] Embora popularmente a psicopatia seja conhecida como tal, ou como "sociopatia", cientificamente, a doença é denominada como sinônimo do diagnóstico do transtorno de personalidade antissocial.
Retirado da Wikipédia
Sociopatia é, pois, outra designação de Psicopatia que a Wikipédia, como é normal, define com concisão.
Lida e analisada a notícia do ‘Público’, fica-se com a ideia clara dos meios e objectivos do FMI, para destruir a vida de milhares de funcionários públicos. São soluções próprias  da sinistra organização,  um autêntico “Centro de Excelência de Sociopatia”.
O FMI começa por alegar que  o sistema de avaliação para a mobilidade especial é "constrangedor". Constrangedor por que razão? Em relação às dificuldades de procedimentos dos tecnocratas e burocratas a cometer, em termos de infrene urgência, o crime social proposto.
Por outro lado, e para eliminar o constrangimento, o FMI propõe a alternativa de “um exame nacional online” – o Dr. A…, a Enf.ª B… e o trabalhador C… dos ‘serviços veterinários’, independentemente de habilitações, idade e de diferenças entre infoincluídos ou infoexcluídos, todos eles têm de ir teclar no computador as respostas ao exame - todavia, com a ajuda da filha ou filha, talvez o menos qualificado e infoexcluído obterá resultado de 'muito bom'.
Abordados os meios, vamos às etapas e consequências do processo de mobilidade especial. Esta, diz o FMI, deve obedecer à obrigatoriedade de durar dois anos, findos os quais o trabalhador é reabsorvido, i.e., tragado de um folgo como a mais azeda das sopas; ou então, definitivamente despedido. Qual acham que vai prevalecer?
Sem ideia alguma para relançar a Economia Portuguesa, o governo português, por força do Gaspar, ignorância do Coelho e pusilanimidade do Portas, entrega o País ao FMI, o que significa fomentar a mais dramática crise socioeconómica do pós 2.ª Guerra Mundial em Portugal. Crise tão duradoura, e incrementando de tal modo os contingentes de indigentes, que não existe alguém, brilhante ou opaco, capaz de vaticinar quando será o termo. 
O putativo Presidente da República, complicando em vez de resolver, está a aguardar o dia, em que pensa que lhe assiste toda a razão do mundo, para o inevitável: "Eu bem avisei!".
Estarmos sujeitos a actores de 'Ópera Bufa' é o menos; o pior são as consequências.