Textos compostos em refúgio de solitário. Umas vezes com alegria e humor, outras com revolta e dor. Sempre sem ensaio.
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
Uma mensagem para o Fernando Moreira de Sá
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
A festa irlandesa
“Os nossos desafios económicos e financeiros continuam a subsistir”, ou
“Temos de estabelecer políticas do desemprego massivo para o pleno emprego”, ou ainda
“… O problema da emigração involuntária para o regresso de tantos milhares de cidadãos nossos que tiveram de abandonar o país para encontrar emprego”.
tomaremos conhecimento de como prosseguirá e do fim que a espera.
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Os embustes, falácias e dolos do FMI
Eurostat contradita o “milagre económico” do Pires
terça-feira, 12 de novembro de 2013
Portugal e Zona Euro sob ameaça da deflação
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Cala a boca Machete
"O que é isso? Vocês franziram a testa porque eu disse que ia ser uma tragédia? Sou um deus, e posso mudá-la; se vocês quiserem farei da tragédia uma comédia, com os mesmos versos, todos eles. Querem que seja assim ou não? …”
domingo, 10 de novembro de 2013
Isto nunca mais acaba!
"isto não acaba em Junho"
sábado, 9 de novembro de 2013
A ‘swinger dos swaps’, o Moedas ou o governo díssono
A ‘swinger dos swaps’, mulherzinha sem credibilidade, botou palavra em Viseu, terra do poderoso cavaquistão, para afirmar:
“Orçamento do Estado para o próximo ano é o adequado para cumprir o programa da troika.”
Precisa nos fundamentos da governação, citou que as medidas previstas no orçamento são equitativas, abrangentes e estritamente necessárias, Pudera são impostas pelo programa da ‘troika’ e as avaliações que se lhe seguiram – a 7.ª em particular.
A prova de que Portugal está entregue a garotos, para quem a verdade não é valor inalienável, está na contradição entre aquilo que a Albuquerque acaba de dizer (cumprir o programa da troika) e as declarações públicas do Moedas, ao garantir por exemplo:
O memorando da troika, em termos de transformação das leis laborais, é bem explícito, na permissividade das condições para o desemprego, a precariedade e outras flexibilidades que tais.
Os resultados das referidas são conhecidos: desemprego, artificialmente calculado, e promoção de emigração maciça.
Em termos de respeitar a verdade, este governo é um desastre (até o ‘irrevogável’ é sinónimo de ‘revogável’. Para completo descrédito do que dizem, a dissonância e as entropias da comunicação são mais do que muitas.
Não prestam. Não prestam, mesmo. Chamar-lhes reles é demasiado suave.
A solidariedade do sabujo Moedas
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
Dona Trindade: vereadora, embusteira de mau gosto
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Da mentira à transformação do triplo em quádruplo ‘B’
Do triplo passo a quádruplo, sem necessidade de usar outro apelido. ‘Beleza’, por exemplo.
O felino Rosalino
terça-feira, 5 de novembro de 2013
Tradução de documento da OIT – Organização Internacional do Trabalho
Os carrascos da Comissão Europeia, contrariados pelo TC e OIT
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
O humor de Palmeirim é um brinde ao cão, ao gato e um gozo à Assunção
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
Estado caloteiro, credores temerosos
terça-feira, 29 de outubro de 2013
A Jerónimo Martins e o livro de Sócrates
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
Livro de Sócrates proscrito pela Jerónimo Martins
O Cardeal Policarpo, Policromático e Politiqueiro
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Faculdade de Engenharia da UCP inaugurada pelo cardeal Policarpo e Edite Estrela |
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
Passos segregado e desprezado pela NSA
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
A liquidez do BCE em queda acentuada – e os efeitos para Portugal?
Gestores ou predadores públicos?
É difícil conceber que a CGD se esteja a despojar de um activo estratégico de tal valor neste momento sem que a tutela, na pessoa da ministra das finanças, tenha sido informada. Caso saiba do assunto, fica, uma vez mais, provada a incompetência da senhora; agora, para entender a afectação do interesse nacional pela venda de 6,11% (54.771.741 acções) da PT, enfraquecendo a posição portuguesa na dita fusão – para cúmulo, a CGD ficará com a insignificante e ridícula participação de 0,20% do capital da PT.
A empreitada da antipatriótica asneira foi cometida ao administrador da CGD, um tal José Matos. Em tão imbecil quanto lampeiro comunicado, os órgãos dirigentes da Caixa justificam: “esta venda faz parte de uma estratégia de desinvestimento em activos não estratégicos".
Quando, em plena era de imparável desenvolvimento das ‘Tecnologias de Informação e Comunicação’ a nível mundial – e a PT tem ‘know-how’ próprio em processos avançados de telecomunicação – estultas figuras do ‘neoliberalismo’, ministra incluída, aventuram-se, sem pudor, em justificações insensatas, próprias da ignorância de que não dão conta de existir dentro de si.
A despeito da crise e das “exigências” dos credores – chega de desculpas para tanta asneira! - o País precisa de mudar de rumo e consequentemente de mandar esta gentalha passear para bem longe. Talvez para o Saara, mas sem oásis à vista. Ainda os nacionalizavam, alienando a multinacionais.
Em sentido oposto, o astuto banqueiro Salgado diz: “BES continuará fortemente envolvido na criação de grande empresa multinacional de língua portuguesa”. Há banqueiros e aprendizes de sapateiro.
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
O transitório interminável
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
O autor psicopatológico do ‘Aventar’
Regresso
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Gaspar, o vendedor de fantasias...e desvios
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A partida dos investidores para Portugal |
Dos paraísos fiscais aos báratros dos indigentes europeus
Imposto sobre os bilhões de "privados" agora guardados em paraísos seria suficiente para acabar com a pobreza extrema do mundo duas vezes