segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

PSD - Congresso da Tristeza e da Alegria

congresso fotografia
A Laura contou uma anedota
A larga distância, o primeiro foi Marcelo, o comediante. Aterrou da Madeira, chegou à 2.ª circular e, de súbito, falou ao ‘Zequinha dos Recados’ e disse-lhe: – ouve Zeca eu vou de imediato para aí, para o congresso . – De si para si, pensou já que me chamam catavento, mudo de rumo e intenções ainda a ritmo mais rápido do que imaginam.
Passado pouco tempo – qual Cascais, qual ca(ra)pucho! – lá estava ele, Marcelo, a estrela da tarde. Irrompia o brilho naquela sala de tristes e estereotipados discursos, de Marco António Costa a Montenegro. Menezes até foi comovente,  Rangel não chegou a aquecer o ambiente e Morais Sarmento, como convém, deu uma no cravo, outra na ferradura, acabando nos braços do Coelho. O Lopes também começou pela tristeza e não acabou propriamente em beleza –  o fim-de-tarde, o início de noite, o dia  de Sábado seriam de Marcelo. Dará um PR divertido, cheio de imprevistos. O inverso do Cavaco dos lugares-comuns.
Quando no Domingo se começava a regressar ao taciturno, àquele ambiente “piegas” e frívolo que tanto irrita Passos Coelho, este pensou: – ao menos nas despedidas, tenho de aquecer isto para as câmaras e flashes. – Do pensamento passou à acção: - Laura conta aí uma anedota! Como a imagem demonstra, ela própria, a Dona Albuquerque e uma maioria dos que estavam à volta riram-se ou pelo menos sorriam (o chefe mandou, atenção!).
A loja da social-democracia que abrira as portas na 6.ª ao fim do dia, encerrava no Domingo em ambiente de alegria. - Que pena não termos cá o Relvas - disse Coelho para o “Zequinha dos Recados’. – Em compensação está na lista para o CN – retorquiu este.
Hoje, 2.ª feira, a social-democracia fica arrumada e regressamos ao  País melhorado, silenciosamente, para que o povo não se aperceba na vida de todos os dias – sublime doutrina de Montenegro.