sábado, 8 de março de 2014

Interregnos

A actividade no 'Solos sem Ensaio', a que me dedico com especial empenho, está sujeita a interregnos. Tão indesejáveis, como inevitáveis. Obrigações de carácter profissional absorvem o tempo disponível para escrever, em determinados períodos. Surgem assim os interregnos que constituem, pessoalmente, um castigo penoso, uma vez que, pelas audiências em crescimento, forçam a um silêncio doloroso perante os leitores. 
No meio de vantagens muito compensadoras, os blogues pessoais têm este tipo de dificuldades que, todavia, tento minimizar, sem conseguir evitar - as ausências temporárias nos blogues colectivos, até por experiência própria, sei que passam despercebidas perante muitos, há sempre alguém a escrever.
A despeito das dificuldades, aqui e além, no tempo que só é vazio quando nada se faz, quero dizer:- Presente! na chamada ao combate contra o opressoras forças e tirania que nos (des)governa, os seus execráveis apoiantes, e afiançar que dentro de dias estarei de volta.
Obrigado a todos e asseguro que, no termo da paragem forçada, voltarei dentro de horas a erguer as minhas armas, as palavras, umas vezes melhor outras pior, como sucede a todos que escrevem, contra o que considero mau e elogiando quem, segundo o meu ponto de vista, é digno de encómios - "Textos compostos em refúgio de solitário. Umas vezes com alegria e humor, outras com revolta e dor. Sempre sem ensaio."
   

2 comentários:

  1. Eu cá fico à espera! Foi bom saber que está tudo bem.

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    1. Obrigado meu caro Adelino. Faço iguais votos de boa saúde para si e para todos os seus.
      Um abraço
      Carlos Fonseca

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