segunda-feira, 28 de maio de 2012

O governo tira e dá milhões, a quem?

saco de dinheiro
Fundação para a Ciência e Tecnologia
O empreendedorismo e a inovação, em redundantes discursos de Passos e Crato (deixemos de lado o homem do ‘coiso’), percebi eu e muitos, serem causas dilectas e inalienáveis do governo. Afinal, parece tratar-se de mera campanha. No seguimento de outras hipocrisias, o financiamento do programa MIT Portugal foi decepado pelo governo. Fora firmado entre a FCT e o Massachusetts Institute of Technology em 2006; ter-se-ão formado 570 alunos, mas, pelos vistos, os resultados estão muito aquém de outras ambições governativas, afastando-se dos objectivos de empobrecimento, custe o que custar, de Passos Coelho.
É no carácter de homens impolutos, empenhados em resolver os graves problemas do País, que se justifica a venda do BPN por 40 M de euros ao par Isabel Santos+Américo Amorim, desonerando os compradores de avultados créditos de cobrança difícil. Nesta lógica, foi transferido para a Parvalorem, empresa de capitais públicos, um pesado calote, como a dívida ao citado BPN, no valor de 130 M de euros, de um tal Aprígio Santos, empresário destacado da Figueira da Foz e, como se vê, um cidadão de continhas direitas.
Conclusão
Tudo isto me leva a imaginar que o governo actual é a personificação do oposto à figura de ‘Robin dos Bosques’; isto é, rouba os pobres para dar aos riscos.
Há sempre sacos de dinheiro em movimento. Tira-se a estes (portugueses de vida comum e difícil) e dá-se àqueles (ricos e sugadores).